HUMANAMENTE AMOR...!


Pensemos sobre a beleza dos avessos... Naquilo que desorganiza o emocional frente a um desafio de entender o outro. Se subestimarmos a valorização da pressa ou a exigência do cotidiano e não atentarmos o quanto vamos produzindo de desprezo, até mesmo às pequenas coisas, então nos acomodaremos para o transitório agora...

Por isso, insisto, pensemos no indivíduo vivendo à solidão do presente para que talvez vejamos que em cada coração, assim, paire o sentimento de não se sentir pertencente. E quando não pertencemos morremos um pouco a cada segundos... mesmo que de fato o indivíduo não seja só aquilo que pense possuir no momento...

Eis que à visão pelo avesso é tal e fascinante que nos aponta a causa e o fato tão interiorizados na paralisia do indivíduo. Mas quem não morre caminha, instigado a ir mais além da necessidade de pertencer... Talvez sob um novo ritmo ou com uma nova força que vislumbre novos interesses, até mesmo de preferir quem lhe preteria num dado momento...

Pensemos sobre o indivíduo e nos circunstantes que serão escritos para o seu autodesenvolvimento espiritual..., quase um modo universal de atrelar o ator aos seus atos, que refletem consequências além do futuro. Como se de um estalo de consciência, que logo deixa de ser um estalo, se perpetuem possibilidades diversas para a expansão do próprio indivíduo...

Tal expansão força-o a um nível tal de comprometimento que dificilmente esgota o seu compromisso com os demais indivíduos. E creio que uma manifestação assim é vista aos olhos das divindades como natural e típica do amor.

Um comprometimento de amor sobrevive de futuro, pois consegue enxergar o que o outro ainda não viu. Ao amar por comprometimento consegue enxergar o que o outro ainda não é. E é o porquê do avesso ser tomado de beleza única, pois traz a visão do amplo e alcança o contrário da situação, como a perceber diferentes caminhos circunstantes.

o amor ao tomar forma precipita nossa visão de beleza para o outro da mesma forma que nos faz conceber que um tecido tem o seu ponto de sustentação, tem sua trama por trás das escolhas da vida.

Então, compreender as pessoas, e amá-las, é a chave. Isso só é possível a partir do momento em que nos tornamos divindade desperta na trama do avesso. A partir de então, faz parecer não enxergarmos apenas aquilo que os olhos podem revelar; não sentirmos apenas aquilo que a alma pode conhecer, mas sobretudo, desnudarmos aquilo que está oculto em todo o processo da criação, da conquista e de expansão do outro. Nos faz parecer que como divindade servidora consigamos enxergar o que o outro ainda não é, mas o que ainda pode ser, na melhor composição da vida...

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