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Mostrando postagens de Outubro, 2017

SANTOS INCORRUPTOS.

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O termo “incorrupto” não está relacionado com não ceder à tentação de receber propinas divinas, nem com o não envolvimento em negociações angelicais para a obtenção de benefícios celestes. Estamos falando aqui dos intrigantes cadáveres de pessoas que foram beatificadas ou canonizadas, mas que, por algum motivo misterioso, continuam preservados — alguns deles há vários séculos.
Depois que um ser humano morre, a não ser que o corpo seja submetido a algum processo específico — seja natural ou intencional — de preservação, o cadáver passa por uma série de transformações nada agradáveis que, eventualmente, levam à sua completa decomposição.
No entanto, curiosamente, alguns santos aparentemente não passaram por nenhum desses processos e, em vários casos, a Ciência não conseguia — ou ainda não consegue — explicar a razão de seus corpos não terem se degradado. Isso porque, apesar de existirem casos de pessoas que driblaram a decomposição, quando são descobertos, os corpos desses indivíduos gera…

HUMANAMENTE AMOR...!

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Pensemos sobre a beleza dos avessos... Naquilo que desorganiza o emocional frente a um desafio de entender o outro. Se subestimarmos a valorização da pressa ou a exigência do cotidiano e não atentarmos o quanto vamos produzindo de desprezo, até mesmo às pequenas coisas, então nos acomodaremos para o transitório agora...
Por isso, insisto, pensemos no indivíduo vivendo à solidão do presente para que talvez vejamos que em cada coração, assim, paire o sentimento de não se sentir pertencente. E quando não pertencemos morremos um pouco a cada segundos... mesmo que de fato o indivíduo não seja só aquilo que pense possuir no momento...

Eis que à visão pelo avesso é tal e fascinante que nos aponta a causa e o fato tão interiorizados na paralisia do indivíduo. Mas quem não morre caminha, instigado a ir mais além da necessidade de pertencer... Talvez sob um novo ritmo ou com uma nova força que vislumbre novos interesses, até mesmo de preferir quem lhe preteria num dado momento...
Pensemos sobre o …